Gravidade

por Luis Galvão

A fronteira estabelecida entre a ficção científica e o drama épico se manifesta em cada respiração de Sandra Bullock que, em perfeita forma (diga-se de passagem), desponta como uma heroína em seu sentido mais amplo.
Motivações, apoio e decisões que a fazem saltar (e girar) pela tela.
Um exercício visual dos mais belos e uma direção acertada que desenvolve técnicas velhas, porém repaginadas de filmagem.