SCANDAL

por Luis Galvão

Em 2009, conhecemos Alicia Florrick e sua personagem feminina marcante na televisão. Antes, em 2007, tivemos aquela que é uma pequena pérola da televisão, Patty Hewes. E 2012, muitos apostaram em outro nome que deixaria rastros por onde passaria. Olivia Pope.
Scandal nasceu com o objetivo de reforçar o gás nesse tipo de personagem forte, que mescla a vida de mulheres com as corporações em que fazem parte. Sendo assim, Scandal é um prato cheio. Viciante e com casos interessantes, porém, desenvolvidos rapidamente.
Por um outro lado, temos o tema político que ronda, atualmente, a televisão. House of Cards renasceu aquele interesse perdido desde West Wing. Political Animals também. E em se tratando de política, esses dois últimos dão um banho em na série de Shonda Rhimes.
Com uma primeira temporada de apenas sete episódios, aconselho, sem receio, a dar uma chance. Mas sou sincero em afirmar que não fiquei tão empolgado para assistir o desfecho de algumas problemáticas levantadas no último episódio.
E fica um ponto a mais para o elenco. Kerry muito boa e a equipe dela é sensacional, tirando a Katie Lowes que não me desce de jeito nenhum.