ANTIVIRAL

por Luis Galvão

Assim como muitos dos filmes do pai, Brandon não consegue, com o êxito da experiência, dialogar com a sociedade do consumo.
Sua versão dos antigos filme do David está repleta dos maneirismos habituais que foram deixados de lado em alguns momentos contemporâneos do pai.
Não fosse um bom trabalho de Caleb Landry Jones (mesmo assim, nada espetacular), o filme se tornaria dispensável. Exceto por ser dirigido pelo filho de quem é.

Antiviral (dir. Brandon Cronenberg) ★★