A descoberta das Américas

por Luis Galvão

Julio Adrião. E só.

O monólogo, que tem um profundo sentimento nacionalista (mesmo não sendo brasileiro), articulado com um fio condutor leve. Pouco perceptivo.

Quando nos damos conta, já passaram 80 minutos e a sensação que poderíamos narrar ainda muitas histórias do nosso ‘amigo’ (de tão íntima sua convivência) Johan Padan.

Por uma passagem repentina pelo Recife, lotou três noites do Caixa Cultural e deixou o gosto de que novas viagens devem atracar mais na veneza brasileira. Estaremos de braços abertos.

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