The Amazing Spider-Man

por Luis Galvão

Um reboot é realizado, basicamente, ou para introduzir para um novo público um personagem já imortalizado, ou para consertar algo já feito. Para um escalador de paredes que teve, entre 2001 e 2005, uma trilogia de claro sucesso, um reboot poderia significar a introdução para um novo público, porém, tenho quase certeza que quem assiste The Amazing Spider Man, com certeza já assistiu o homônimo com Tobey Maguire. Mas tinha alguém que Homem-Aranha nunca conseguiu entreter: os fãs dos HQs. Não me coloco nesse público, mas tenho conhecimento que Mary Jane é uma biscate, que Gwen sempre fora o grande amor de Peter e que poderes vem com grandes responsabilidades, mas não vem de uma só vez. Assim, digo sem pensar muito que The Amazing Spider Man vem para aquecer esses corações aflitos e indignados desde sempre com o sucesso. Mas também reavivar coisas malucas da cabeça de Webb (aquele relacionamento que pauta metade do filme e uma história com os pais de Peter que teria feito Stan Lee e Steve Diyko pularem do caixão – é eu sei que Lee não morreu ainda).

O Espetacular Homem Aranha ***1/2
Dir. Marc Webb