X-Men: Primeira Classe

por Luis Galvão

X-Men pode ser descrito como uma das minhas primeiras paixões por super heróis graças ao seriado animado matinal. Com isso, sempre foi despertado o interesse por super poderes, super equipes e super vilões. Foi muito fácil, então, para o filme de Matthew me agradar. Desde o recrutamento da Equipe, passando pelos momentos de treinamentos (sempre bons clichês utilizados), até o confronto final, todas as peças são bem amarradas e bem conduzidas, em um ritmo que poucas vezes se vê (principalmente no último longa da equipe de mutantes). Esse ritmo também foi causador de saltos temporais gritantes e alguns outros aspectos que poderiam ser tratados de forma mais amena.

O embate entre McAvroy e Fassbender cresce desde o princípio e o momento que todos esperavam (a grande reviravolta em toda trama) é traçada de uma forma especatular em uma construção narrativa bem orquestrada – sim, as gags cômicas ainda estão presentes nos atos.

Se é possível dizer que a retomada tão cedo de uma franquia que recentemente acabou pode ser um tiro no pé (as memórias ainda estão frescas e são lembradas diversas vezes, até no próprio filme), ainda não sei. Mas que eu me divertir como da primeira vez que assistir X-Men, isso eu vou levar.

X-Men: Primeira Classe de Matthew Vaughn