impulsividade

por Luis Galvão

Péssimo título para um filme que levantou tão boas críticas em Veneza e Sundance em 2005 e que entrou no esquecimento rapidamente. As performances do jovem Lou Taylor Pucci e de Tilda Swinton são excepcionais em um longa que trata basicamento sobre as manias que não conseguimos deixar de ter e as terríveis consequências que elas podem acarretar quando tratadas como transtornos e não apenas manias corriqueiras. No caso, chupar o dedo.

Entra em um tom didático dispensável, mas ainda assim consegue compreender as particularidades de todos que rodeiam o tal menino (desde a mãe às droga). O cinema como hipérbole de problemas sociais com as mudanças de humor/atitude do jovem em uma normal fase de transição.

Thumbsucker de Mike Mills