cisne negro

por Luis Galvão

O filme que todos elogiaram, se impressionaram e idolatraram. O filme que encabeça o primeiro lugar na maioria absoluta das listas de melhores do ano. Aquela redescoberta do talento de Aronofsky (que já nos apresentou filmes memoráveis que foram renegados por algum tempo). A volta e consagração absoluta de Portman e o trabalho de uma equipe empenhada. Já pode ser considerado um clássico? Dificil dizer pela sua complexidade e o momento em que ela se insere – estamos numa fase em que o ‘mais fácil e simples’ é o melhor. Mas é, sem dúvidas, um grande filme.

Qual a verdadeira magia de Black Swan, afinal? É a subjetividade que ele passa para cada espectador, é a visão única que cada um tem pela obra, são as explicações diferentes para uma mesma pergunta. São todos os aspectos técnicos, aliados a uma perfomance extraordinária, que se desgasta e no final alcanca seu ápice, é a forma única de filmar de Darren, é a trilha de Clint que emociona sem precisar se sobressair da trama. É a própria história que se entrelaça com o clássico do Lago dos Cisnes e se transforma em uma só vertente.

Cisne Negro de Darren Aronofsky