300

por Luis Galvão

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300 provavelmente é o ápice da nova estética do cinema que introduziu e diferenciou filmes como Sin City e Capitão Sky e o Mundo de Amanhã dos longas ‘comuns’. Aqui, é o visual que conta. E quando mais grandioso e mesmo assim simplista, melhor. Possivelmente, a história de Leônidas e sua tropa poderia muito bem ter sido contata de forma clássica, com grandes ornamentos literários e virar um guia de liderança organizacional, mas Snyder quis transformar 300 em um filme de batalhas, grandes momentos e de slow-motion. A violência na base da construção do próprio filme.

E se não fosse por menos, a trilha meio barroca, com toques arcadianos, delimitam bem o tom do filme. Um jogo constante de poder sob o comando de um líder nato, cheio de suas firulas faciais e frases de efeito. Esqueça as mensagens bélicas por trás e deslumbrem o verdadeiro 300, uma jornada ao suicídio.

300 de Zack Snyder