turnê

por Luis Galvão

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Ator e diretor da nova geração francesa, Mathieu Amalric é um andarilho que dessa vez aportou com uma turnê no melhor estilo felliniano. Um festival de personagens do vaudeville com alma melancólica, apresentações amputadas e um espetáculo bizarro [á olhos desavisados]. Ficção e realidade caminhando paralelamente, sem que uma interferisse na exatidão e fidelidade da outra.

Porém, a explosão narrativa é moldada na fronte do próprio Amalric, que se torna o centro das análises e não oferece aberturas para suas principais estrelas. Que os próximos ventos que guiaram o ator/diretor o levem para mais longe do que ele próprio imagina. [4/5]