um homem que grita

por Luis Galvão

imageDesconheço culturas africanas como o Chade e menos ainda as questões políticas e humanistas relacionadas a eles. Porém, o diretor Mahamat Saleh Haroun (que já produziu mais duas obras premiadas em Veneza inéditas no Brasil) soube transformar sua obra em um filme universal, com um personagem extremamente bem interpretado por Youssouf Djaoro e sobriedade nas simbologias utilizadas. Não entra em excessos, a narrativa em si dar chance para ser previsível, mas ocorre o contrário. E no final se tornar um sensível e modesto longa. [4/5] MUBI