deixe-me entrar

por Luis Galvão

imageA transição do sueco para o hollywoodiano não poderia ser mais feliz em alguns aspectos, deixando de lado – em ambos os casos – o lado comercial que o filme poderia ter, para embarcar em uma trama lenta, densa e condensada. O cerne sobre bullying, divórcios e introspecção continua a mesma, só que agora é encenada pela dupla de mirins em ascensão. A utilização do CGI poderia ter sido um pouco menos exagerada e a falta de uma pitada de originalidade (deslize comum em remake) poderia ser desviada facilmente. No final, vale a pena na medida adequada para aqueles que gostaram do original sueco e quer ouvi novamente a mesma história, no mesmo ponto de vista, mas com um narrador diferente. [3/5] MUBI