72 horas | 2011

por Luis Galvão

imageOptando por várias coincidências favoráveis bobas, 72 Horas de Paul Haggis não inova o gênero de ‘fuga’ e faz com que a preparação e o teste de Russell Crowe para salvar sua mulher (Elizabeth Banks) da prisão sejam muito mais interessantes que a ação em si. Sem uma regularidade de ritmo, o final dificilmente seria outro: esquecível e com vários momentos de pouca adrenalina. Incrível por ser uma obra do Haggis, que já tinha provado ser um excelente roteirista, mas errou a mão. [2/5] MUBI