Woody Allen | Top 6

por Luis Galvão

Sem ordem específica de preferência, relato hoje (dia do septuagésimo quinto aniversário do nova iorquino Allan Stewart Königsberg, ou Woddy Allen) seis filmes que fizeram com que o diretor se tornasse um dos mais cultuados. Sempre procurando se reinventar sem perder sua essência crítica, atravessa uma fase mais estável e menos inspirada que antes, mas sempre com o mesmo bom humor sádico que adoramos presenciar.

image ANNIE HALL/ 1977, 93’ | “Visualmente e estruturalmente é uma bagunça, mas muitas das situações são verdadeiramente inteligentes, e há uma abundância de momentos memoráveis.” (Chicago Reader)
image MANHATTAN/ 1979, 96’ | “Allen, em preto e branco, consegue captar a beleza interior que se esconde atrás da camada externa de poeira e sujeira de Manhattan.” (Variety)
image CRIMES AND MISDEMEANORS/ 1989, 104’ | “Este exame da natureza do mal se entrelaça com maestria da comédia e do melodrama em igual proporção. Em vez de tomar uma abordagem casualmente brutal, Allen vive sobre as consequências do pecado.” (Emanuel Levy)
image LOVE AND DEATH/ 1975, 85’ | "Você é um grande amante!" Alexandrovna declara: "Obrigado", diz ele. "Eu pratico muito quando estou sozinho."
image RADIO DAYS/ 1987, 88’ | “Uma mistura perfeita de risos e desgosto, é um dos que eu posso ver e rever várias e várias vezes” (Combustible Celluloid)
image EVERYONE SAYS I LOVE YOU/ 1996, 101’ | “É difícil não ficar impressionado com o que Allen conseguiu com este filme: reviver o sucesso da comédia musical de forma extremamente agradável” (ReelViews)