Jogos Mortais VII – O Final

por Luis Galvão

imageQuer saber de uma coisa que me orgulho? Não gosto de julgar filmes pela sua verdadeira criação. Acredito, antes de tudo, que se algo é produzido é porque alguém quer comprar e assistir, a velha lei da oferta e demanda. Dito isso, já viajei – sem ressentimentos – por peças como Premonição 4 e, porque não, Esquadrão Classe A e me divertir bastante. O primeiro ‘Jogos Mortais me assustou, o segundo me fez rir, no terceiro, parei. Volto agora, com um pulo de três filmes, não entendo muito onde a história foi parar e me deparo com uma enorme queda de qualidade. Não do roteiro, que sempre foi ruim, mas do que me levava  realmente ao cinema: as mortes. É estranho dizer isso, porém essa ‘pornografia mortífera’ sempre atraiu multidões (este aqui já arrecadou 24 milhões até agora) e sempre me divertir bastante vendo as pessoas partirem em pedaços. Jogos Mortais VII cai no pecado de não estimular a dor e praticar mortes extremamente batidas, falhas e sem um pingo de emoção de antigamente. (Quer vê do que eu estou falando? Clique aqui e comprove o lado trash deste). Ou seja, se você pensou em assistir pelo mesmo motivo que eu, pense duas vezes, porque as coisas acabaram muito mal, até mesmo para a franquia.

(Saw 3D) ||

Anúncios