Capitalismo: Uma História de Amor (2010)

por Luis Galvão

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Michael Moore foi capaz de trazer os documentários para o mais próximo possível do público. Sua forma de criar e denunciar serve de exemplo para diversas produções recentes e – de certa forma – poderíamos dizer que ele de fato transformou documentários em algo comercial. Interessante, uma vez que em Capitalism: a Love Story ele vai ressaltar o quando a crise abalou seu país em 2008, ao mesmo tempo em que seus filmes continuam arrecadando milhões ao redor do mundo. Sensacionalista, manipulador e pessoal até demais, quem liga? O importante é o caráter esclarecedor que Moore imprimi em suas obras sem cair no piegas de ser autodescritivo. Capitalismo não é melhor que nenhum outro da linha (algumas partes biográficas são dispensáveis), mas é bom o suficiente para intrigar, como sempre, ao final da análise argumentativa utilizada.

(capitalism a love story) |||